segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sonhos e revelaçom

Nesta altura do campeonato sempre acontece o mesmo. Começo a sonhar com a Galiza. Nom se trata de nada saudosista nem bucólico pastoril. Nom falo de sonhar com grandes planos da costa ao estilo do “Mar Adentro”. Refiro-me a sonhar com que estou de férias na Corunha, de tapas por Compostela, com que vou fazer visitas á casa de amig@s. Ou pensar nas cousas que ficam por fazer, as tarefas planificadas para o verao, os livros que quero ler, a família... Suponho que no fundo o meu cérebro quere fugir dos exames ou que me preocupo polo que vou ter que fazer aló (quem me conhece sabe que sempre tenho que ter alguma preocupaçom na cabeça). Suponho que a rainha poderia analisar isto e chegar a diagnósticos e receitar encerramento em instituiçom pertinente, mas nom deixa de ser curioso como a minha cabeça reage perante a volta a casa.


Pois bem, ontem comecei com o asunto. E comecei com um do mais divertido. Nom sei se foi que alguém me falou de Nani Moretti ultimamente (adoro procurar explicaçons para os componhentes dos sonhos) ou se estava aí no subconsciente desde que ví o filme, mas a cousa trataba sobre uma manifestaçom multitudinária no dia 25 de julho em Compostela (nom dou mais pistas) á qual eu asistía com colegas levando um cartaz que punha “Di una cosa di sinistra!”.


O que me leva a pensar... que fazer por esas datas? Bom, melhor tratar diso despois dos exames... se sobrevivo, claro.


Por certo, tivem uma revelaçom estética. Vislumbrei o caminho, car@s teatreir@s. Pronto voltarei com a boa nova.

3 comentários:

Mario disse...

O lema é xenial, mágoa que metade da xente non vai saber de que vai. E se pasamos da mani e nos adicamos a durmir a resaca, que é o que fan os verdadeiros patriotas?

Beatriz Pérez disse...

eu unha vez sonhei con Benedicto 16!....bom, se calhar é mellor non falar diso...

Antuán disse...

Mario: As poucas veces que pasei por Compostela no 24/25 acordei por volta das seis da tarde. Considero que, já que defendo a Galiza 364 dias ao ano, mereço polo menos um de descanso. O problema é que este ano há portugueses que querem vir. E claro, querem ver algo típico (ou uma manif descafeinada e multitudinaria ou uma mais reducida que queime bancos e cousas así...)
Portanto nom sei o que fazer, a que manif os levar (acho que som a diferentes horas). Así asistiríam a sua primeira manifestaçom do Dia da Pátria (e eu a minha também).
E o do cartaz é tentador. Tentadorísimo... Cres que me podem partir a cara? (já sabes, aqueles perigosos rapazotes de GN...)

Bea: Eghem! Sim, melhor nom falar do Papa... Eu tería coidado em contar segúm que cousas na net...(por certo, meu próximo post vai dedicado pra ti).